
O ministro da Educação, Camilo Santana (PT), declarou que existe a possibilidade de deixar o comando do Ministério da Educação (MEC) para se engajar diretamente nas campanhas eleitorais do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do governador do Ceará, Elmano de Freitas, ambos do Partido dos Trabalhadores. A afirmação foi feita durante diálogo com a imprensa e reacendeu o debate sobre os próximos passos do ex-governador cearense no cenário político.
De acordo com Camilo, qualquer decisão será tomada após uma conversa com o presidente Lula. Ele ressaltou que, caso deixe o ministério, o objetivo será dedicar-se integralmente ao fortalecimento das candidaturas do PT, tanto em nível nacional quanto estadual, com atenção especial ao Ceará.
O ministro lembrou ainda que o prazo legal para desincompatibilização de cargos no Executivo federal ocorre no início de abril, o que torna o período decisivo para a definição de sua permanência ou não à frente do MEC. Apesar das especulações, Camilo descartou a intenção de disputar cargos eletivos neste momento, destacando que seu papel será de articulação política e apoio aos aliados.
A eventual saída de Camilo do ministério é considerada estratégica dentro do PT, sobretudo no Ceará, onde ele mantém forte capital político. Sua atuação é vista como fundamental para a consolidação do projeto petista no Estado e para a reeleição do presidente Lula.
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