
Região Central: A pequena Milhã de pouco mais de 13 mil habitantes, vive um drama que parece não ter fim. As chuvas, que deveriam ser motivo de alegria, se tornaram um pesadelo que se passa nos 502 mil quilômetros quadrados e que compõem um enredo dramático, inimaginável para quem vê hoje a cidade da forma como está.
De acordo com a Prefeitura de Milhã, mais de 42 açudes já arrombaram, o que vem trazendo preuízos inestimáveis, tanto materiais como psicológicos, na vida dos afetados. São dezenas de desalojados e desabrigados que procuram uma forma de reconstruir suas vidas do zero, mas ainda não sabem como conseguir isso.

Tudo começou na madrugada do dia 26 para 27 de março último, quando o município teve uma chuba de quase 200 mm. Era Como se toda a chuva prevista para dois meses, caísse de uma vez. A estrutura do município não suportou e colapsou: a água fez subir o nível dos rios qe transbordaram, alagaram casas, fez bairros ficarem submersos e destruiu milhares de vidas.
Para se ter uma ideia, no mês de março, de acordo com a Fundação Cearense de Meteorologia (Funceme) Milhã costuma term em média, 182 mm de chuva, mas choveu o equivalente a 423.7 mm, três vezes e meio a mais do que a média observada. Desde então a cidade enfrenta um drama.
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